Formar profissionais para construir igualdade – todos os dias
No dia 26 de agosto, assinala-se o Dia Internacional da Igualdade Feminina – uma data que nos recorda que, apesar dos progressos, a igualdade de género ainda não é uma realidade plena no mundo do trabalho. E é precisamente aqui que a formação profissional desempenha um papel transformador.
| O papel da formação na promoção da igualdade
Na Cognos Formação, acreditamos que a formação é um dos instrumentos mais poderosos para combater desigualdades e construir uma sociedade mais justa. É por isso que o nosso Curso de Especialização em Gestão de Recursos Humanos inclui um módulo dedicado à Igualdade de Oportunidades, com conteúdos essenciais para quem pretende fazer a diferença nas organizações.
Neste módulo, são abordados os
seguintes tópicos:
- A evolução histórica da igualdade de género
- A história do género feminino no mundo laboral
- Conceitos-chave: igualdade, equidade e não
discriminação
- A legislação portuguesa e europeia sobre
igualdade de género
- A ligação entre igualdade de género e
responsabilidade social das organizações
- Boas práticas organizacionais em igualdade de género
| Porquê esta data?
O Dia Internacional da
Igualdade Feminina comemora a ratificação da 19.ª Emenda à Constituição
dos EUA, em 1920, que garantiu às mulheres o direito de voto. Hoje, é um
marco global de reflexão sobre a equidade entre homens e mulheres, com
especial destaque para os contextos profissional, social e político.
Apesar do progresso alcançado nas
últimas décadas, as desigualdades persistem:
- Em Portugal, as mulheres continuam a ganhar,
em média, 11,9% menos do que os homens (INE, 2023);
- Apenas 30% dos cargos de liderança nas
empresas portuguesas são ocupados por mulheres;
- Muitas vezes, mesmo entre mulheres, subsistem obstáculos invisíveis, como o machismo internalizado ou a chamada “síndrome da rainha abelha”.
| A igualdade de género é, também, uma questão de Recursos Humanos
Quem trabalha em Gestão de Pessoas sabe que promover igualdade de oportunidades é uma competência estratégica. Mais de um século depois da ratificação da 19.ª Emenda à Constituição dos EUA, a igualdade plena continua por alcançar, e no contexto organizacional essa realidade não pode ser ignorada.
Os profissionais de Recursos
Humanos são, hoje, agentes fundamentais na promoção de ambientes inclusivos
e justos. Têm nas mãos a capacidade (e a responsabilidade) de influenciar:
- Processos de recrutamento sem enviesamentos;
- Políticas de progressão e avaliação
transparentes;
- Lideranças mais representativas;
- Culturas organizacionais mais humanas, respeitadoras e equilibradas.
| Investir na formação em
igualdade de género é preparar o futuro das organizações
Formar profissionais nesta área é
prepará-los para identificar desigualdades e agir sobre elas. É dotá-los
das ferramentas necessárias para:
- Promover políticas salariais justas;
- Garantir processos de recrutamento equitativos;
- Fomentar lideranças diversas;
- Serem agentes ativos de transformação no tecido empresarial português.